"Automático" - o vinho que se faz sozinho


Existe um vinho que nasce com o “mínimo da intervenção humana, de modo natural e que se faz por ele próprio”. As palavras são de Carlos Lucas, que o produziu, e confirmam as características peculiares reconhecidas neste néctar que exigiam um nome distinto para o honrar. O enólogo decidiu chamar-lhe “Automático”. Por tudo o que é nele representado, nomeadamente a sua produção única e a autenticidade do Dão.


“Ribeiro Santo Automático” é um vinho que vem dar resposta do produtor e enólogo à tendência da produção dos vinhos naturais que no Dão reúnem as condições para dar certo.

São usadas castas inteiras e a manipulação é mínima, resultando um vinho que é a expressão do potencial de toda a Região Demarcada do Dão.



Para a M&A Creative, agência de comunicação que trabalha com a Magnum – Carlos Lucas Vinhos ao longo dos últimos anos, ficou a responsabilidade de criar o design de rótulo, cujo conceito é baseado nos mecanismos automáticos de objetos com botões que acionam os processos. Um conceito criativamente complexo mas que inspirou um rótulo único, com cores vibrantes e fortes, que fazem a diferença e tornam o vinho ainda mais marcante.



Ao “Ribeiro Santo Automático” tinto coube o rótulo vermelho. O amarelo foi a cor selecionada para o vinho branco. Os acabamentos são em estampagem e verniz. Cada garrafa produzida conta a história que todos vão reconhecendo aos vinhos do Dão: elegância e versatilidade de harmonização gastronómica.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Um novo patamar de alta gastronomia

Symington sugere cinco presentes

Lavradores de Feitoria sugere ‘Quinta da Costa das Aguaneiras tinto 2014’