Parceiros Na Criação apresenta nova marca e três vinhos do Douro

O dia 01 de Dezembro é, desde 2014, uma data particularmente especial para Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho, Parceiros Na Criação (PNC) na vida e no vinho. Isto, porque há três anos nascia o segundo filho do casal, de seu nome António Maria PNC – como, por brincadeira, é apelidado; ele e a sua irmã Teresa. Este ano, acresce um motivo de celebração nesta data. É já esta sexta-feira que os produtores do Douro apresentam uma nova marca. A (sua) ‘Casa da Esteira’ vai dar vida a três vinhos: um monocasta de Touriga Nacional, um Reserva tinto e um Reserva branco (este ainda em estágio).

A apresentação e prova em preview dos ‘Casa da Esteira’ – Reserva tinto 2014 e Touriga Nacional 2015 – vai acontecer no evento Adegga WineMarket Lisboa 2017, que vai decorrer no Lisbon Marriot Hotel, situado no número 45 da Avenida dos Combatentes, junto à Universidade Católica. O evento é aberto ao público e todos são bem-vindos a degustar estes e outros néctares! Entre as 14h00 e as 15h00 o acesso é exclusivo para media, profissionais e membros do Club A, que deverão solicitar acreditação no site do evento, aqui. A partir das 15h00 as portas abrem e só fecham pelas 21h00. 


Casa da Esteira: sejam bem-vindos!

Casa da Esteira Reserva branco 2016

Casa da Esteira Reserva tinto 2014

Casa da Esteira Touriga Nacional tinto 2015

“Casa da Esteira: é este o nome que, juntos, elegemos para dar corpo a uma nova marca de vinhos da Parceiros Na Criação, empresa duriense produtora de vinhos e azeites [até aqui detentora da marca h’OUR]. Porque é assim que é conhecida a casa onde vivemos. Uma casa cujas portas são, no Verão, protegidas do sol por esteiras. Uma casa erguida por entre vinhas e vales, na Quinta de Montravesso, a poucos quilómetros da freguesia de Barcos e do concelho de Tabuaço, em pleno Douro vinhateiro. Mais do que um espaço físico, a Casa da Esteira representa a união de quatro elementos, que somos nós: o João, eu e os nossos filhos, a Teresinha e o António.”, afirma Joana Pratas.

A identidade desta nova marca esteve a cargo da arquitecta Rita Peres Vicente, que criou um símbolo partindo da união de dois “J”, um de João e outro de Joana. No final surge uma casa, cujo topo é composto por quatro pontos e traços, a ilustrar os quatro elementos que compõem a família Pratas Nápoles de Carvalho, aka PNC (precisa e propositadamente a sigla que deu origem ao nome Parceiros Na Criação): o João, a Joana; a Teresa e o António. 

Este é mais um passo rumo (um dos significados de “esteira”) à consolidação da Parceiros Na Criação.


h’OUR: o início do projecto de vinhos e azeite Parceiros Na Criação

Com sede no Douro, a Parceiros Na Criação é uma empresa de produção e comercialização de vinhos e azeite. PNC é a sigla da empresa, cujo nome surgiu com base nas iniciais dos apelidos do casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho, parceiros na criação desta empresa familiar.

Sob o lema “Chegou a hora de partilhar o que é nosso... O nosso que queremos que seja vosso!”, a PNC apresentou-se no mercado no final de 2013. Na altura com três referências – branco, tinto e azeite – e, posteriormente com mais duas: um monocasta de Touriga Nacional (em 2014) e o rosé (em 2016).

O nome h’OUR nasceu da conjugação do duplo significado: hora e nosso. A escolha de um nome em inglês prendeu-se com a aposta no mercado externo, sem detrimento do nacional. A identidade gráfica foi da autoria da designer Vanda Sequeira e remete para o fruto (a uva redonda e as suas grainhas), o relógio, a partilha e a união, quer na criação, quer na degustação.

Duriense de família e de coração, João Nápoles de Carvalho sempre teve um carinho muito especial pela região. Viveu parte da sua infância em Barcos, no concelho de Tabuaço, tendo voltado ao Douro para cursar Gestão Agrária na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e tirar o curso de jovem agricultor. Em 1996, João decidiu assumir a gestão e a produção da propriedade do pai. O gosto pela terra e a vontade de dar continuidade ao legado da família fê-lo despertar para a sua verdadeira vocação: a agricultura. Juntamente com a mulher – que, para casar, deixou Lisboa e rumou ao Douro, lançando-se num novo desafio profissional como consultora em comunicação e relações públicas –, achou que seria a altura ideal para “fazer o gosto ao dedo” e passar da produção de uva e azeitona, à produção e comercialização de vinhos e azeite. E assim nasceu este, que prima por ser um projecto familiar. Filhos do casal, Maria Teresa e António Maria são também fruto do mesmo.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Os 8 melhores cocktails para beber à esplanada este verão

Bubbles Day celebra champagnes e espumantes portugueses

Abelharuco - o vinho alegre e encantador