Jovens europeus de países com tradição vinícola preferem cerveja


Os jovens oriundos de países com tradição vitivinícola (França, Itália, Espanha e Portugal) preferem consumir cerveja, enquanto em países com tradição maior na cerveja (Bélgica, Holanda e Reino Unido), têm no vinho a primeira opção, concluiu um estudo recente realizado pela GfK para o “Wall Street Journal”.

Em Itália, onde 88% dos consumidores com mais de 50 anos prefere vinho, somente 29% dos jovens elege o vinho como bebidas preferida, enquanto 43% refere a cerveja em primeiro lugar. Já em França, 68% dos consumidores com mais de 50 anos prefere vinho, baixando o valor para 24% entre os jovens, enquanto a cerveja é eleita por 29% entre os jovens com menos de 30 anos.

Em contrapartida, na Bélgica, Holanda e Reino Unido, os jovens preferem o vinho à cerveja, enquanto na Rússia, onde se supunha que a bebida preferida seria a vodka, a cerveja ocupa o primeiro lugar (35%), seguida do vinho (30%), valor igual ao da vodka.

Referência também para o número de pessoas que não bebe bebidas alcoólicas ser o mais alto de sempre. Nos EUA quatro em cada dez pessoas indicaram que não bebem álcool, enquanto na Europa esse número baixa para três em dez.

Além disso, 80% 53% dos italianos revelaram-se abstémios, baixando o número para 50% em Portugal, 18% na Alemanha, 15% na Holanda, e Grécia e Suécia com 14%.

A Holanda revela-se como o país com mais bebedores frequentes (17%), seguida da Itália com 16%. Já em países mais frios, como Rússia, Polónia ou Suécia, somente 1% das pessoas afirmou beber bebidas alcoólicas todos os dias.

O relatório da GfK indica ainda que os menores de 30 anos bebem com menor frequência do que os seus pais ou avós, mas quando bebem, fazem-no em maiores quantidades.

No geral, as mulheres são mais moderadas no que toca ao horário de beber. Na Europa Ocidental, 40% das mulheres são abstémias, enquanto nos homens somente 22% o admite.

O país com mais mulheres a não consumir bebidas alcoólicas é a Turquia (92%), seguida de Portugal (72%), encontrando-se no outro extremo as suecas (16%).

in "hipersuper"

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