Vinhos da ilha do Fogo, em Cabo Verde, querem ter controlo de origem e protecção


Os vinhos da ilha do Fogo, em Cabo Verde, vão ter controlo de origem e protecção. Um consultor italiano ligado ao sector vinícola foi contratado para programar os mecanismos que poderão elaborar uma proposta para que a região obtenha a Denominação de Origem Controlada (DOC), noticiou a Semana Online.A idéia é também incrementar a produção através de videiras em regime de sequeiro, sem recurso a adubo químico. Neste processo utiliza-se apenas o sistema de cultivo misto das videiras em paralelo com outras plantas, em altitudes superiores a mil metros. As mesmas normas e princípios devem ser acolhidos pelos principais produtores de vinho das localidades de Chã das Caldeiras, Achada Grande, Relva e Corvo.A iniciativa, além de garantir o controlo da qualidade dos vinhos, garante também qualidade dos outros produtos locais. Conforme dados recolhidos, o vinho branco vai registar este ano um aumento significativo e terá boa qualidade. Prevê-se também uma produção maior do que no ano anterior dos vinhos tinto, rosé e passito. Este ultimo foi produzido pela primeira vez no ano passado e conquistou imediatamente o mercado nacional do vinho.


in "áfrica 21"

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