O sucesso começa na origem



A exportação é actualmente vista como a tábua de salvação para o sector dos vinhos em Portugal. Com o mercado interno contraído, a solução passa pela aventura além-fronteiras, não só no continente europeu, mas sobretudo na aposta em mercados emergentes noutros continentes, como Ásia, África ou Américas.

De acordo com vários especialistas (embora em referência generalizada para vinhos de todo o mundo), para que essa "viagem" seja potencialmente bem sucedida, torna-se vital que os vinhos que pretendemos exportar estejam bem representados, e sejam relevantes no mercado português, ou/e na região de origem. A explicação é simples, caso importadores ou distribuidores estrangeiros visitem o produtor que pretende iniciar o processo de exportação, e percebam que os seus vinhos não estão representados, quer em restaurantes locais, quer em garrafeiras, ou supermercados, ficarão com a sensação que a importância e o potencial desses vinhos não será efectivamente real, o que se traduz na insuficiente valorização da marca que pretendemos negociar.

Esta presença forte no mercado interno, ou na proximidade do local de origem credibiliza a história que vamos querer contar, torna a nossa oferta atractiva e coerente e fortalece o nosso posicionamento no processo negocial de exportação.

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