
A agência australiana The Creative Method tem já grande reputação no mercado do design, uma vez que tem como clientes, marcas como Rexona, Baileys e Smirnoff. Através do seu trabalho bastante criativo, acrescentam um valor acentuado à marca, tornando-a mais apetecível.
Neste caso efectuaram um trabalho denominado vinhos BYO (Build Your Own) que consiste em desenhar uma face, através de autocolantes, na própria garrafa. Uma abordagem divertida e original, um desafio à criatividade.

Esta história deliciosa chega-nos através do blog Vinography.
Todos os anos uma organização denominada Geoffrey Roberts Trust selecciona um conjunto de pessoas, e paga-lhes cerca de 5000 dólares para viajarem pelo mundo fora, para comer, beber e escrever sobre isso, ou fazer algo que tenha impacto no mundo do vinho e da gastronomia.
Geoffrey Roberts era inicialmente um advogado que por alguma razão se converteu num importador de vinhos, e cuja personalidade era extremamente cativante, assim como o seu gosto acentuado pela gastronomia e vinhos. Este prémio pretende homenagear o homem, que faleceu prematuramente, aos 46 anos de idade, bem como as suas paixões.
Desde que tenha um óptimo motivo para se candidatar, e que demonstre que a experiência pode ser enriquecedora para a sua carreira, um dos lugares nesta aventura pode mesmo ser para si. A lista dos anteriores vencedores, incluía um padeiro que queria conhecer outras práticas artesanais para o fabrico do pão, um bioquímico que andava a estudar um tipo particular de abacaxi, ou um aluno que investigava variedades de uvas autóctones da Europa Oriental.
Se ficou interessado, ou se apenas tem a curiosidade de saber mais, visite o site da organização em http://www.geoffreyrobertsaward.com/

Os rótulos desempenham papel fulcral na construção de uma marca forte. Os rótulos devem ser criados em função do produto que temos, mas sobretudo devem ir ao encontro do segmento de consumidores que pretendemos atingir.
Há quem defenda que a geração Y (nascidos entre 1980 e 1994 aprox.) se interessa bastante pelo vinho, não tanto pela cultura, ou conceitos a ele associados, mas sim pela sua experimentação. A geração Y preocupa-se mais com os momentos que os levam a consumir vinho, do que com o vinho em si. A despreocupação, a descontração e o divertimento, são estados facilmente detectáveis e recorrentes nos que se enquadram na denominada Geração Y (no que toca ao consumo de vinhos).
Hoje deixo imagens de 3 rótulos que se enquadram no tipo de consumidor acima descrito. Irreverentes, descontraídos e bastante divertidos.

Directamente do blog Ideias de Fora, uma embalagem utilizada por uma marca de supermercados (não divulgada), que dá 10% de desconto nas 6 garrafas de vinho que lá forem colocadas. Além da total liberdade que é dada ao consumidor para escolher marca ou valor do vinho, é sem dúvida uma excelente ideia para encorajar a compra. Uma boa ideia !

Existem 3 tipos de produtores de vinho:
1. Os que apenas se preocupam com a qualidade do seu vinho
2. Os que apenas se preocupam com a imagem do seu vinho
3. Os que juntam as duas preocupações anteriores e oferecem ao mercado um vinho de qualidade com uma imagem adaptada ao perfil do produto (ou vice-versa), a um preço justo.
8

O Vinho 8 da Adega Mayor começou por ser desenhado no dia 8/8/2008, quando o mundo assistiu à abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. Às 8 da manhã em Portugal, 8 pessoas começaram a encher a primeira de 8008 garrafas numeradas.



Datas especiais merecem prazeres únicos. Para o Dia dos Namorados, a Bacalhôa Vinhos de Portugal recomenda o conjunto especial de Bacalhôa Moscatel Roxo e convida os casais a beber este ‘néctar’ acompanhando um chocolate, desfrutando assim de uma combinação perfeita de sabores. A partir do dia 1 de Fevereiro, na compra desta embalagem nas lojas do grupo Bacalhôa, serão oferecidas duas visitas com prova de vinhos à adega e ao Palácio da Bacalhôa a realizar no sábado dia 13, o dia dedicado aos namorados na Bacalhôa
Hoje deixo um vídeo dedicado aos que gostam de complicar o vinho, concretamente no que toca às ligações entre vinho e comida. Não que eu seja contra a tentativa de encontrar a melhor ligação entre comida e vinho. Agora, sou mesmo contra aqueles que teimam em ser obsessivos e radicais na defesa da ligação certa, uma vez que esta decididamente não existe, e a existir é sempre restrita ao gosto individual.
As potencialidade gastronómicas dos vinhos são bem maiores do que a mente de alguns ilustrados. Sigam o vosso gosto e explorem as possibilidades.
Este episódio de Gary Vaynerchuk pode conter imagens, palavras ou ideias potencialmente chocantes. Aconselha-se os mais sensíveis a simplesmente não o verem.
Vinho e Cereais ?? Bem é o gosto dele...


A Quinta do Portal é um excelente exemplo para ilustrar o conceito de "brand identity" bem adaptado aos vinhos. Portal significa "porta grande e principal de um edifício". Partindo desta definição, usaram o batedor da porta para identificar todo o portefólio da marca.
O símbolo do batedor, surge assim como elemento único e distintivo da marca, reforçando a identidade da marca junto do consumidor.

No próximo dia 07 de Janeiro de 2010 (amanhã), pelas 15h00, decorrerá a Sessão de Abertura da II Edição da Pós-Graduação em Marketing de Vinhos.
Nesta sessão, para além da abertura formal da II Edição, proceder-se-á à entrega dos prémios da Iª Edição ao melhor aluno (prémio atribuído pela Viniportugal) e ao melhor Plano de Marketing (prémio atribuído pela CVRVV). Decorrerá, posteriormente, um Seminário com o tema "Os media e o vinho - endeusar ou destruir", que contará com a participação dos principais jornalistas e críticos de vinhos em Portugal: João Paulo Martins, Luís Ramos Lopes, Rui Falcão e Maria João Almeida.

Um post da autoria de João Pinto e Castro, intitulado "Escolher Cansa", chama a atenção para o excesso de opções com que o consumidor se confronta diariamente, no seu processo de compra. Consequentemente, a decisão torna-se mais difícil e muitas vezes dolorosa.
Transpondo esta ideia, com a qual concordo em absoluto (e pelas quais também passo) para o mundo dos vinhos, verificamos o excesso de marcas existentes no mercado, o que aumenta o leque de oferta para o consumidor, mas também o deixa algo ansioso no momento de compra.
Para que o problema seja amenizado nos lineares dos supermercados ou garrafeiras, o produtor pode e deve dar o seu contributo, ao reduzir ao mínimo possível o seu portfólio de marcas, que muitas das vezes não passam de produtos semelhantes, com rótulos diferentes. Ficam todos a ganhar e o investimento em marketing e comunicação das marcas, é reduzido significativamente.





