Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Exportações de vinhos portugueses em alta


As vendas de vinhos de mesa portugueses cresceram em todos os mercados no ano passado, indicam os números da Viniportugal.

"O ano de 2008 correu bem para os vinhos de mesa portugueses. Agora, em 2009, temos de trabalhar o dobro", referiu ao Expresso Vasco d´Avillez, presidente da associação interprofissional que agrupa federações, associações e organizações profissionais ligadas à produção e comércio de vinho.

De acordo com os dados já disponíveis, o mercado inglês foi o que registou um crescimento mais moderado, limitado a 1%, mas nos Estados Unidos, por exemplo, os vinhos de mesa das diferentes regiões demarcadas nacionais cresceram 20% em quantidade e 30% em valor.

O desempenho deste segmento contrasta com o registado no vinho do Porto, que teve o pior resultado da década, com as exportações a cairem mais de 7%.

No seu conjunto, as exportações de vinhos portugueses em 2008 rondam os 700 milhões de euros, refere Vasco d´Avillez que apesar da conjuntura de crise mantém a perspectiva de chegar a 2012 com vendas de mil milhões de euros no exterior.

Para isso, no entanto, "é preciso continuar a trabalhar e a investir para abrir mercados", defende o presidente da Viniportugal, salientando que "se os produtores portugueses derem espaço, o Chile e a Argentina irão ocupa-lo de imediato".

Assim, de acordo com esta estratégia de continuar a promover os vinhos portugueses no mercado internacional, a Embaixada de Portugal em Londres apresentou hoje os 50 melhores vinhos nacionais, seleccionados pelo jornalista inglês Jamie Goode, eleito pela Association of Portuguese Wine Importers como o jornalista do ano de 2008 para os vinhos portugueses.

in "expresso"

Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

50 melhores vinhos portugueses apresentados hoje em Londres


São apresentados hoje, dia 28 de Janeiro, na Embaixada de Portugal em Londres, os 50 melhores vinhos nacionais, seleccionados pelo jornalista inglês Jamie Goode que foi eleito pela Association of Portuguese Wine Importers (APWI) como jornalista do ano 2008 para os vinhos portugueses.

Esta selecção é feita anualmente por jornalistas ingleses que mais e melhor escrevem sobre vinhos portugueses e realiza-se desde 2005. A lista deste ano é uma das melhores de sempre e é verdadeiramente representativa do que melhor se produz em Portugal.

Jamie Goode considera que “há cinco anos atrás, Richard Mayson, o primeiro jornalista a fazer esta selecção, teve um trabalho mais fácil do que actualmente: os vinhos portugueses percorreram um longo caminho durante este período e penso que Portugal é, actualmente, um dos países produtores de vinho mais excitantes e dinâmicos da Europa. Escolher só 50 vinhos foi uma tarefa difícil e para ser justo com todos os produtores não defini regras especiais – simplesmente tentei escolher os meus favoritos”.

A apresentação dos vinhos é dirigida aos profissionais ingleses na área da restauração, importação, críticos de vinhos e jornalistas. Após a prova, que vai decorrer durante todo o dia, realiza-se, também na Residência do Embaixador, o jantar Anual da APWI, com a respectiva entrega dos Prémios 2009 às entidades que mais se destacaram na área. Os vencedores deste ano já são conhecidos: Sarah Ahmed (Journalism Award); Eyre bros (Restaurant Award); Direct Wines (National Retailer Award) e Halifax Wine company (Merchant Award).

Pela primeira vez, os 50 vinhos seleccionados estarão em prova em três sítios no Reino Unido, em vez da prova única habitual na Embaixada, em Londres. Assim, no dia 28 de Abril decorre uma prova de vinhos em Manchester (The Lowry Hotel) e no dia 30 de Abril é a vez de Edimburgo, (The Balmoral Hotel), na Escócia.

A APWI tem colaborado activamente com a ViniPortugal no planeamento de acções no Reino Unido, enquanto órgão consultivo deste mercado.

in "lusowine"

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

"O vinho está esgotado estamos a fazer rateio"


Entrevista Tiago Alves de Sousa, enólogo residente da Domingos Alves Sousa

O Abandonado 2005, que o crítico Robert Parker classificou como o melhor vinho português, é um vinho perfeito?

Perfeito não é. Mas também não acredito que a perfeição exista. Há vinhos muito bons, que estão num patamar de qualidade muito elevado e no qual o Abandonado se insere.

Qual é o segredo da sua produção?

A parte fundamental é a vinha, com condições muito especiais de disposição, de solo e de clima que dão origem às melhores uvas possíveis. Depois há que trabalhar a parte técnica, saber interpretar bem o que a vinha está a oferecer para o potenciar na adega.

Está a descrever-me o segredo de qualquer bom vinho. Mas e o seu, especificamente, que mereceu a distinção de Robert Parker no Guia Independente do Consumidor de Bons Vinhos?

Deve-se às condições da vinha em si. Esteve em parcial abandono durante algum tempo e depois recuperamá-la aos poucos, mas, essencialmente, estão lá as videiras de origem, com 80 anos, que imprimem um carácter e uma personalidade muito próprios ao vinho. Mais do que artifícios na adega, é mesmo a matéria- -prima que distingue o Abandonado.

Ainda têm vinho de 2005 disponível para vender?

Teoricamente, esse é um vinho que está esgotado, mas temos algumas garrafas porque estamos a fazer algum rateio na venda deste vinho que lançamos em Dezembro. Temos mil garrafas na adega.

Que agora estão a guardar para clientes muito especiais...

Sim, claro. Também só produzimos quatro mil garrafas de Abandonado porque é uma vinha de idade avançada, com uma área relativamente pequena, logo o rendimento é baixo.

A escolha de Parker é importante do ponto de vista comercial?

É sempre importante. The Wine Advocate é uma publicação muito respeitada e isto permite aos vinhos portugueses uma visibilidade diferente. No mesmo dia, ainda nós não sabíamos da notícia, e já havia pessoas dos EUA e Canadá a ligarem e a mandarem e-mails a perguntar onde podiam encontrar o vinho. É uma mais-valia muito grande. É natural que, em anos em que não haja Abandonado, o Quinta da Gaivosa, onde se situa esta vinha, seja também beneficiado.

Os vinhos nacionais, em especial os do Douro, têm tido sucessivos destaques nas revistas internacionais. Estão na moda?

Parece que sim. Felizmente, existem no Douro muitos produtores a fazer um trabalho de altíssimo nível e é natural que a região seja catapultada no mercado internacional. Mas também há muito bons vinhos noutras regiões do País e que recebem distinções.

in "diário de notícias"

Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Oeiras vai criar Confraria do Vinho de Carcavelos para iniciar comercialização


O município de Oeiras vai criar este ano uma confraria para promover nacional e internacionalmente o vinho de Carcavelos produzido no concelho e avançar, em 2010, com a comercialização do aperitivo/digestivo, sob a marca "Conde de Oeiras".

A iniciativa, já aprovada em executivo camarário, visa projectar a região demarcada de Carcavelos e obter retorno de uma produção que tem vindo a aumentar na última década, sem chegar, no entanto, ao grande público.

Segundo avançou à Lusa a autarquia, as campanhas de 2007 e 2008 resultaram em 37100 e 28230 litros, respectivamente, mais do que o quádruplo dos 7.050 litros obtidos em 2001, ano em que a produção passou da Estação Vitivinícola de Dois Portos para a oitocentista adega do Casal da Manteiga, na Quinta do Marquês de Pombal.

Os rendimentos, resultantes sobretudo de vendas a nível local, têm vindo a ser partilhados em partes iguais pelo município e pela L-INIA (ex-Estação Agronómica).

De acordo com o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, a nova confraria, cuja constituição não tem ainda uma data exacta, será financiada pelas quotas dos associados e terá "gestão própria e autónoma, como manda a lei".

O autarca garante que a partir de 2010 haverá condições para comercializar o vinho licoroso de Carcavelos "Conde de Oeiras" (marca registada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial desde 2006), preferindo, porém, não avançar preços: "Depende da antiguidade do vinho", referiu à Lusa.

Para reforçar as medidas de incentivo à expansão do Carcavelos, que já passaram pelo investimento de centenas de milhares de euros na recuperação de edificado e se centram agora no aumento da área de envelhecimento, a Câmara vai aplicar mais de 275 mil euros na plantação de 13 hectares de vinha, que passará a totalizar 20 hectares em 2012.

"A área é actualmente de 7,7 hectares. Durante o ano de 2009 serão plantados mais 5,3, em 2010 mais 3,5 e em 2011 outro tanto", aponta o município.

Com um teor alcoólico que ronda os 15 a 20 por cento, o vinho de Carcavelos é um dos poucos vinhos generosos nacionais, categoria que partilha com vinhos como o Porto, o Madeira e os moscateis de Setúbal e Favaios.

Segundo a enóloga Estrela Carvalho, o primeiro documento conhecido sobre esta vinha data de 1370, mas foi no século XVIII que o aperitivo ou digestivo conheceu o seu apogeu, por iniciativa do 1º Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Mello.

Nesse período, conquistou várias medalhas e menções honrosas e chegou a ser o vinho mais exportado para Inglaterra, superando aquele que é tido como emblema nacional do sector, o vinho do Porto.

Para Estrela Carvalho, a tendência para aumentar o preço do Carcavelos - hoje vendido a cerca de 25 ou 30 euros, "no mínimo" - não inviabilizará o seu sucesso no mercado, já que "terá sempre saída" para os apreciadores, inclusive a nível internacional.

Também no vizinho concelho de Cascais, a que hoje pertence a freguesia de Carcavelos, o vinho continua a ser produzido na Quinta da Ribeira de Caparide, no Mosteiro de Santa Maria do Mar e nas quintas privadas da Samarra e dos Pesos.

O município tem também em curso um projecto de construção do Museu da Vinha e do Vinho de Carcavelos, na antiga Adega da Quinta do Barão.

in "publico"

Deputados participam em Prova de Vinho na Sala Ogival da ViniPortugal


A convite da ViniPortugal, os deputados da Subcomissão de Agricultura, Florestas, Desenvolvimento Rural e Pescas da Assembleia da Republica participaram numa prova de vinhos na Sala Ogival, em Lisboa.

Neste encontro, foram degustados vinhos, que se encontram em destaque no calendário de Janeiro, das regiões da Estremadura, Algarve e Douro, num agradável convívio, onde os presentes puderam apreciar os aromas e sabores resultantes da vitivinicultura nacional e debater, de forma informal, a actual situação do sector e a importância da promoção dos vinhos portugueses em todo o mundo.

Para o presidente da Subcomissão, Miguel Genestal, “o vinho é um sector estratégico da agricultura portuguesa e é considerado como tal uma das prioridades do Programa do Desenvolvimento Rural. Actualmente, o vinho e o sector hortofrutícola portugueses representam mais de metade da produção agrícola nacional. Somos um país conhecido como produtor de excelentes vinhos, sendo que este sector é muito importante para as economias locais e para afirmação de Portugal no mundo.” Miguel Genestal acrescenta, ainda, que “associado ao vinho temos também a indústria da cortiça que é a única indústria que, em termos de exportação, Portugal é líder mundial.”

“O vinho faz parte da nossa história e é um dos sectores agrícolas estratégicos para Portugal”, afirma Luís Carloto Marques, do PSD. “Temos algo que é estratégico que é a excelência dos nossos vinhos e, nesse sentido, só temos de saber vender e promover aquilo que temos de excelente. Acho que é preciso um grande esforço na promoção de vinhos portugueses em todo o mundo, não só na comunidade lusófona, que já os conhece muito bem, mas junto de todos os consumidores que saibam apreciar bons alimentos porque o vinho, bebido moderadamente, é um alimento excelente.”

Para Hélder Amaral, do CDS, “o vinho é um excelente embaixador de Portugal porque é um produto de grande qualidade. Portugal tem dos melhores vinhos do mundo, o problema é que nem todo o mundo o conhece.” Para uma melhor promoção do vinho nacional, o deputado considera que não se pode promover o país só com o vinho, “tem de ser de forma integrada, é preciso juntar a cortiça, o sol, as praias e pormos os nossos embaixadores, como José Mourinho e o Cristiano Ronaldo, a falar do vinho ou as nossas empresas a oferecerem vinho aos seus parceiros internacionais. A nossa imagem deve estar ligada ao vinho, tal como acontece em França e Itália. Se até há pouco tempo havia o receio de fazer isso, hoje não há porque estamos a falar de um produto de excelência, que traz uma mais-valia económica muito grande”.

Estiveram, ainda, presentes neste encontro Lúcio Ferreira, Jorge Almeida, Horário Antunes, Jorge Fão e Carlos Lopes, deputados do PS, e Abel Baptista e Mota Soares, do CDS.

in "lusowine"

Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Espumantes da Montanha escolhe protagonista mas não a revela


A marca de espumantes Montanha escolheu um novo rosto para a campanha de divulgação dos espumantes da marca. Para já, a identidade da protagonista não será revelada. A campanha, da autoria da Rasgo, lança ainda o desafio aos consumidores de descobrir quem é a mulher por trás da máscara. Existe ainda um site associado, em www.musadamontanha.com , onde estarão disponíveis fotos, vídeos, recortes de imprensa, passatempos e informações sobre os espumantes Montanha. A anterior campanha da Montanha teve Soraia Chaves como protagonista.Segundo a empresa, os objectivos desta campanha passam pela transmissão dos valores que a marca pretende comunicar ao consumidor: glamour, sofisticação, beleza e magia. Além disso, pretende também passar a mensagem de que todas as mulheres são belas e misteriosas. Cada uma tem uma Musa dentro de si, e esta campanha quer incentivá-las a descobrirem-na.

in "meios e publicidade"

Tinto Monsaraz 2007 da Carmim eleito Sabor do Ano


O vinho tinto Monsaraz 2007, da Carmim, foi eleito Sabor do Ano 2009, de acordo com a escolha dos consumidores portugueses.

Fruto de um painel de provas que englobou 8.150 consumidores que realizaram no ano passado degustações cegas aos produtos concorrentes ao troféu Sabor do Ano, o vinho Monsaraz obteve uma nota média superior aos restantes produtos concorrentes.

O Monsaraz Tinto 2007 é proveniente da junção das castas Trincadeira, Aragonês e Castelão e é fruto de dois lotes que estagiaram em carvalho português e em depósito que lhe doaram uma complexidade pouco “carregada” de madeira.

De cor rubi definida, “o vinho tem aroma complexo a frutos maduros, groselhas e amoras, e a madeira. Na boca revela-se macio, redondo e com suaves taninos, com um final prolongado. Acompanha preferencialmente pratos de carne grelhada ou assada, caça, patês e queijos de cura, devendo ser consumido à temperatura de 16 - 18º C”.

Embora deva ser consumido jovem, o Monsaraz Tinto 2007 pode ser guardado por dois ou três anos, sendo o PVP recomendado de 2,99 euros.

Os prémios “Sabores do Ano”, reconhecidos pelos consumidor pela sua qualidade e excelência de sabor, incluem produtos alimentares de diferentes segmentos, desde pastelaria fresca, charcutaria e salgados, conservas, fruta, a vinhos e bebidas alcoólicas.

As provas são realizadas anualmente sob inteira coordenação da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e do Instituto Superior de Agronomia, submetendo os produtos à prova cega (sem conhecerem marca e embalagem do produto) de milhares de consumidores

in "hipersuper"

Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Portugueses estão a beber mais vinho por menos dinheiro


Os portugueses estão a beber mais vinho por menos dinheiro. Como? Em vez de consumirem em restaurantes e cafés, optam por comprar as bebidas no supermercado e consumi-las em casa. Ficam mais baratas e quem as consome não precisa de controlar o índice de alcoolemia para conduzir.

Já quando fazem refeições fora de casa, os portugueses pedem vinhos de gama mais baixa. O ano de 2008 mudou os hábitos do consumo. Mais quantidade em detrimento da qualidade.

No ano passado, foram vendidas 269 milhões de garrafas de vinho de 0,75 litros em Portugal. Mais 23 milhões que em 2007, uma subida de 9,5% em volume. No entanto, em valor, este mercado - que engloba vinhos de qualidade, como vinhos de mesa e a granel - cresceu 6,4% para 510 milhões de euros.

Embora bebam mais, os portugueses poupam nos gastos ao optarem por comprar nos "supers" e "hipers", em detrimento dos restaurantes, cafés e "snacks", indicam dados, facultados ao Negócios, do Painel de Retalho da Nielsen, referentes ao ano móvel terminado em Novembro de 2008.

Enquanto as vendas de vinho nos "supers" e hipermercados subiram 15% em valor, as vendas nos restaurantes, "snacks" e cafés diminuíram 4%. É a primeira vez que tal acontece num espaço de três anos. De 2006 para 2007, por exemplo, o mercado cresceu 6% em valor e 3,6% em volume. Era no preço que estava o ganho e não tanto na quantidade de litros ingerida. Nesse ano, eram os restaurantes e cafés que lideravam a subida das vendas em valor no mercado e não os retalhistas.

in "jornal de negócios"

Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Reino Unido prefere brancos, rosés e espumantes


As vendas de vinho espumantes deverão crescer cerca de 20% nos próximos três, enquanto os tintos deverão sofrer uma diminuição de 5%, revela um estudo efectuado pela International Wine %Spirits Record para a Vinexpo.

O estudo refere ainda que as vendas de vinhos rosés aumentarão quase 50% e os brancos 7% até 2012.

Quanto ao volume, o consumo de vinho no Reino Unido deverá aumentar 6,87%, de 145,1 milhões de caixas, em 2008, para 155 milhões de caixas em 2012.

No que diz respeito ao valor, o estudo admite que estas crescem 7,25%, salientando ainda que o Reino Unido deverá manter-se como maior importador de vinho do mundo. O consumo de vinho no país, entre 2003 e 2007, aumentou 12%, estimando-se quem 2012, totalize 143,9 milhões de caixas, um incremento de 5,9%.

Embora as estimativas apontem para uma diminuição do consumo de vinho tinto em 4,57% entre 2008 e 2012 (de 60 para 57,2 milhões de caixas), os rosés deverão aumentar 50%, correspondendo um crescimento de 12,5 para 18,45 milhões de caixas. Nos brancos, o estudo refere que o consumo deverá aumentar 7,7%, ou seja, de 63,7 para 68,6 milhões de caixas.

O estudo salienta ainda que a Itália tornar-se-á no maior consumidor de vinho per capita com 56,4 litros, ultrapassando a França. Já em termos de volume, a liderança pertencerá aos EUA em 2012, com 313,8 milhões de caixas.

Globalmente, aponta o estudo, o consumo de vinho deverá aumentar 6%, para as 2,8 mil milhões de caixas em 2012.

in "hipersuper"

Indústria do vinho ‘à espera’ de Obama


O próximo Presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, terá efeitos positivos nos hábitos vinícolas dos norte-americanos, revelou recentemente um estudo feito pelo Wine Market Council.

Tudo isto porque, após a tomada de posse de Obama para o mais alto cargo nos EUA, “a Casa Branca terá um ocupante que bebe vinho, após oito anos de presidência, onde George W. Bush não bebida bebidas alcoólicas”, referiu John Gillespie, presidente da organização.

O responsável adiantou ainda que a indústria do vinho norte-americana está radiante com o facto de passar a ter um Presidente que poderá beber vinho, existindo notícias que Obama possui, na sua casa de Chicago, uma garrafeira composta por mais de 1.000 garrafas.

A indústria vitivinícola admite ainda que Obama poderá ter uma forte influência nos norte-americanos mais jovens.

Na base de esta excitação toda, está o crescendo do consumo de vinho nos últimos oito anos nas camadas denominadas “milénios” (até aos 32 anos) e, em expressão menor, a geração X (entre os 33 e 44 anos), referiu Gillespie.

Da mesma forma que Obama explora a Internet para a sua agenda, os “milénios” e geração X estão entre a população que mais utilizará a Internet para procurar informação sobre vinhos”, salienta Gillespie.

in "hipersuper"

Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Espanhóis desenvolvem software de reconhecimento de vinhas


Investigadores espanhóis desenvolveram um software que consegue identificar a cultura da vinha através de imagens de satélite, possibilitando os cientistas a calcular a potencial produção de vinho de determinada área.

Até aqui, a área de vinha era determinada através de fotografias tiradas por fotografias.

Os investigadores das universidades de Léon e Santiago de Compostela já revelaram que o novo sistema foi testado com sucesso em El Bierzo na área de León.

O software aplica uma série de algoritmos para analisar as fotografias pixel a pixel, identificando os diferentes tipos de solo, de vinhas a estradas, passando por floresta e terras cultivadas.

O software também é capaz de diferenciar três tipos de vinhas: plantadas recentemente, as que se encontram numa densidade de menos de 35% e as que possuem uma densidade superior a 35%.

in "hipersuper"

Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Vendas de vinho de mesa da Niepoort superam Vinho do Porto


As vendas de vinho de mesa da Niepoort ultrapassaram pela primeira vez as de Vinho do Porto, que é a base do negócio da empresa.

“Porto é um produto maduro, cujo mercado está estacionário” e “detectámos, através de um importador alemão, que havia receptividade para os vinhos de mesa do Douro. Era uma oportunidade”, explicou Dirk Niepoort, presidente da companhia, ao Diário Económico.

No ano passado, a produção dos vinhos de mesa atingiu os 350 mil litros, enquanto o Vinho do Porto se ficou pelos 300 mil e “se tivéssemos mais vinho de mesa, venderíamos mais vinho, mas o objectivo não é fazer grandes produções”, diz Dirk Niepoort.

Tendo 2008 sido um ano atípico para o sector, uma vez que as exportações de Vinho do Porto caíram 5%, a Niepoort não escapou ao cenário: o volume de negócios desceu 6,7%, para os 5,5 milhões de euros, sendo que 55% da facturação esteve a cargo dos vinhos de mesa.

A Niepoort é uma empresa 100% familiar, cujo negócio está centrado em vinhos de alta qualidade, direccionados para nichos de mercado. A exportação vale cerca de 80% da facturação, principalmente destinada para a Alemanha, Suíça, Inglaterra, Estados Unidos e Benelux.

in "hipersuper"

Enoport reformula site


O grupo Enoport tem um novo website criado a pensar nos diferentes sectores de actividade desta empresa. Ou seja, os núcleos de exploração agrícola, enoturismo, produção e distribuição.

Assim, ao entrar no endereço www.enoport.pt o utilizador tem a possibilidade de aceder a uma variedade de informações sobre o grupo, desde informação institucional e de produto, até financeira.

Recorde-se que o grupo Enoport resultou da fusão das empresas Caves Velhas, Caves D. Teodósio e Adegas Camillo Alves.

in "briefing"

Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

A crise e os vinhos


Se a regra para fazer dinheiro é comprar em baixa para vender em alta, por que não aplicá-la também ao mundo dos vinhos? Pois a Vanquishe Wine, empresa que oferece vinhos finos para clientes de luxo, fez uma lista com os cinco vinhos que, em tempos de crise, se mostram como boas opções de investimento. Todos da região de Bordéus, os rótulos aqui são comparados a acções ou títulos. Confira:

1 - Chateau Petrus

2 - Chateau Margaux

3 - Chateau Latour

4 - Chateau Mouton Rothschild

5 - Chateau Lafite

O dono da Vanquishe Wine ainda dá dicas para tornar o investimento certeiro. Segundo Jimmy Metta, as melhores colheitas do Chateau Petrus para se apostar são as de 1989, 1990, 2000 e 2005, mas avisa: as caixas não custam menos do que 30 mil euros.

in "pioneiro"

Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Esporão lança nova identidade corporativa e arquitectura de marcas


A Finagra S.A. passou a denominar-se Esporão S.A., uma alteração que resulta da consolidação da estratégia de crescimento da empresa e a afirmação do projecto Esporão como um projecto de várias regiões e diferentes produtos e marcas. Esta alteração institucional levou à criação de uma nova identidade corporativa, desenvolvida pelo designer Eduardo Aires, e à constituição de uma nova arquitectura de marcas. Filipe Caetano, director de marketing do Esporão, explica que “ao mudarmos o nome do grupo e a arquitectura de marcas do Esporão, estamos a dar um passo em direcção ao futuro, estamos a criar espaço para que cada projecto possa crescer e adquirir a sua própria identidade debaixo da marca institucional. Estamos certos que esta nova arquitectura e imagem reflectem o projecto Esporão e que são a base para uma nova fase do nosso crescimento”.Sob a marca institucional Esporão, encontram-se agora a Herdade do Esporão (Alentejo) e a Quinta dos Murças (Douro).

Eduardo Aires explicou em comunicado o novo logótipo realçando que “a afirmação do rigor e da energia definem a sua forma orgânica e luminosa, integrando valores simbólicos, comprometidos com a vida e com o respeito pela natureza. A síntese da forma, acolhida num universo circular, define o rigor e a força de uma empresa onde as sementes mais valiosas são as pessoas e o respeito pelo meio ambiente

Dão é a região preferida dos nossos leitores


A sondagem efectuada junto dos visitantes do nosso blog, em que os questionávamos acerca da região de vinhos preferida, revelou-nos algumas surpresas.
Deste modo a região mais votada foi o DÃO com 33% das preferências (39 votos), seguindo-se o DOURO com 23 % (24 votos). O ALENTEJO surge apenas em 3º lugar com 16 % (17 votos) estando praticamente empatado com a BAIRRADA que obteve 14% (15 votos), ficando no último posto da votação, a região dos VERDES com apenas 3% de preferência (4 votos) sendo que a opção OUTRA teve 2% (3 votos).

Apesar de esta votação não ter carácter científico, e não pretendendo fazer qualquer tipo de extrapolação dos resultados, é sem duvida surpreendente a preferência pela região do DÃO, o que poderá dar indício de uma mudança na preferência dos consumidores, e que certamente também premeia o forte investimento de marketing que a CVR do Dão tem vindo a fazer junto de um público mais jovem.

Agradecemos a todos os votantes e prometemos criar mais sondagens online.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...